A segurança do paciente é uma das principais prioridades em qualquer instituição de saúde. Para reduzir riscos assistenciais e padronizar práticas seguras em hospitais ao redor do mundo, foram estabelecidas as Metas Internacionais de Segurança do Paciente, definidas pela Joint Commission International (JCI) em parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS).
Essas metas orientam hospitais e serviços de saúde a adotarem práticas baseadas em evidências para prevenir erros e melhorar a qualidade do cuidado.
No Brasil, essas diretrizes também foram incorporadas ao Programa Nacional de Segurança do Paciente (PNSP), instituído pelo Ministério da Saúde por meio da Portaria nº 529/2013.
Neste artigo, explicamos quais são essas metas e como elas são aplicadas na prática dentro dos hospitais.
As metas internacionais de segurança do paciente são um conjunto de seis objetivos estratégicos que visam reduzir eventos adversos durante o cuidado em saúde.
Elas focam em áreas críticas onde ocorrem muitos erros assistenciais, como identificação de pacientes, comunicação entre profissionais e prevenção de infecções.
As seis metas são:
A implementação dessas metas envolve protocolos clínicos, auditorias internas, treinamento de equipes e monitoramento de indicadores de qualidade.
A primeira meta é considerada uma das mais importantes na segurança assistencial.
O objetivo é garantir que cada procedimento, exame ou medicação seja realizado no paciente correto, evitando erros de identificação que podem causar eventos adversos graves.
Para isso, os hospitais utilizam dois identificadores obrigatórios, normalmente:
Essas informações devem ser verificadas antes de:
Uma das formas mais seguras de garantir essa identificação é o uso de pulseiras de identificação hospitalar, colocadas no paciente no momento da admissão.
Essas pulseiras com dados do paciente permitem que médicos, enfermeiros e outros profissionais confirmem rapidamente as informações antes de qualquer intervenção.
As pulseiras hospitalares de identificação normalmente contêm os dois identificadores obrigatórios e acompanham o paciente durante toda a internação, reduzindo significativamente o risco de erros.
Em muitos hospitais, auditorias internas monitoram indicadores como:
Em instituições que seguem padrões de acreditação hospitalar, a meta costuma ser mais de 95% de conformidade na identificação correta dos pacientes.
A comunicação ineficiente entre equipes médicas é uma das principais causas de eventos adversos em hospitais.
Por isso, a segunda meta estabelece práticas para garantir que a comunicação seja:
Um exemplo comum é o protocolo para comunicação de resultados críticos de exames laboratoriais.
Nesses casos, o profissional que recebe a informação deve:
Esse processo reduz significativamente o risco de erros de interpretação e melhora a segurança do paciente.
Medicamentos de alta vigilância são aqueles que apresentam maior risco de causar danos graves quando ocorre algum erro de administração.
Entre as estratégias utilizadas pelos hospitais para reduzir esses riscos estão:
Essas práticas ajudam as equipes a identificar rapidamente medicamentos de maior risco e evitar erros durante o cuidado.
A quarta meta busca evitar erros graves em procedimentos cirúrgicos, como operar o paciente errado ou o local incorreto.
Para isso, os hospitais adotam práticas como:
Antes do início da cirurgia, é realizada uma pausa chamada time out cirúrgico, na qual toda a equipe confirma se o paciente, o procedimento e o local da cirurgia estão corretos.
As infecções hospitalares representam um dos maiores desafios da assistência em saúde.
A quinta meta enfatiza a importância de um programa institucional de prevenção de infecções, com destaque para a higienização das mãos.
Entre as estratégias adotadas estão:
Essas medidas ajudam a reduzir infecções associadas aos cuidados de saúde e a melhorar os resultados assistenciais.
Quedas hospitalares podem causar lesões graves, especialmente em pacientes idosos ou debilitados.
Por isso, hospitais implementam protocolos para:
Em muitos hospitais, pacientes com maior risco recebem identificação visual adicional, como sinalizações específicas ou sistemas de alerta para a equipe assistencial.
A correta identificação do paciente é um dos pilares da segurança hospitalar.
Soluções simples, como pulseiras hospitalares com dados do paciente, ajudam as equipes de saúde a confirmar rapidamente informações essenciais antes de qualquer procedimento.
Por esse motivo, sistemas de identificação — incluindo pulseiras de identificação hospitalar resistentes e legíveis — são considerados elementos fundamentais dentro dos protocolos de segurança do paciente.
Quando bem implementadas, essas soluções contribuem para reduzir erros assistenciais e fortalecer a cultura de segurança dentro das instituições de saúde.
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